sexta-feira, 11 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Projeto Bibliosolidários!
Pedimos a colaboração de vocês seja pessoa física/jurídica, para doar livros e brinquedos para o projeto Bibliosolidário. O referido projeto é uma iniciativa de diversos bibliotecários da cidade de João Pessoa, que se uniram em prol de arrecadar brinquedos e livros infantis para a ONG “Donos do Amanhã”, que cuida de crianças em tratamento contra o câncer.
A arrecadação vai até o dia 26 de outubro e o evento deverá ocorrer no dia 29 do mesmo mês.
Locais para deixar brinquedos e livros infantis:
- > Biblioteca da Reitoria do IFPB –Av. Almirante Barroso, 1077, Centro.
- > Biblioteca Nilo Peçanha do Campus João Pessoa – Av. Primeiro de Maio, 720, Jaguaribe.
Contatos dos bibliotecários e documentalistas que fazem parte do Projeto Bibliosolidários, para quem quiser ajudar ou se engajar na iniciativa:
Juliana Paiva (Reitoria - IFPB) 8812-7713/ 9983-3295
Thiago Silva (Campus João Pessoa - IFPB) - 8752-2700
Jacqueline Rimá (UFPB) – 8845 6887
Vanessa Alves (TV Paraíba) – 8821 6563 / 9649 2424
Tárcio Aranha (Detran) – 8866 8757
Márcio Bezerra (Prof UNB) 9444-8074
Breno Eduardo (Laureano) 8740-6889
Contribua você também!!!!
Biblioabraços!!!!
Câmara Municipal de João Pessoa tem Sessão especial que discute temas relacionados ao segmento literário de JP
Uma sessão especial foi realizada na tarde desta quarta-feira (9), na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), com a finalidade de debater questões relativas às bibliotecas, aos profissionais bibliotecários e outros assuntos relacionados ao segmento literário na Capital paraibana. A propositura foi do vereador Zezinho Botafogo (PSB).
O parlamentar revelou que o incentivo à leitura também é uma de suas principais bandeiras de mandato, buscando recursos e dialogando frequentemente com profissionais e representantes da área para realizar ações em prol do segmento e transformar João Pessoa em uma cidade leitora.
Zezinho Botafogo lembrou diversas leis municipais em vigor que foram fruto de sua atuação parlamentar, a exemplo da Lei nº 10.952/2007, que institui o Programa Municipal de Apoio à Implantação de Bibliotecas, objetivando criar novas bibliotecas no município de João Pessoa, equipar as já existentes, facilitar o acesso da população a livros didáticos, de pesquisa e literatura e, desse modo, incentivar a leitura.
Ele também foi autor da Lei nº 11.898/2010, que trata sobre o depósito legal de publicações na Biblioteca Pública Municipal de João Pessoa, assegurando o registro e a guarda da produção intelectual local, bem como o controle, a elaboração e a divulgação da bibliografia pessoense corrente, além da preservação da língua e cultura nacionais.
O vereador disse que a carência de bibliotecas no município é muito grande, sendo necessária não apenas uma Biblioteca Central, mas um Sistema Municipal de Bibliotecas com 14 unidades distribuídas nos bairros de João Pessoa. No primeiro semestre do ano, Zezinho Botafogo indicou ao prefeito da Capital, Luciano Cartaxo (PT), que elabore um projeto de implementação da rede integrada de bibliotecas na Capital.
“Vejo que é de extrema importância construirmos esse sistema, pois tal ação fará com que a população tenha acesso à leitura no seu próprio bairro ou bem próximo dele”, avaliou.
Município necessita realizar concurso público para bibliotecários
Zezinho Botafogo ainda cobrou da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) a realização de concurso público para bibliotecários, haja vista que existe a previsão desses profissionais no quadro de pessoal municipal. Ele disse que já solicitou aos setores competentes a inclusão de vagas no próximo certame para a Secretaria Municipal de Educação.
O vereador Raoni Mendes (PDT), que secretariou os trabalhos na sessão, concordou que a figura desses profissionais deve ser valorizada com vagas em concursos públicos municipais. “Para cuidar bem das bibliotecas, é necessário destinar espaço também para os profissionais bibliotecários”, enfatizou.
Já a vice-coordenadora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Alba Lígia, disse que o concurso para ingresso de bibliotecários é fundamental para aumentar a atuação desses profissionais, mas também que existem outras preocupações. “A questão não é apenas criar bibliotecas, mas dar infraestrutura, segurança e condições de trabalho para os profissionais. Também precisamos colocar nossos alunos em campo para que, posteriormente, eles estejam no mercado de trabalho”, argumentou.
O vereador Zezinho Botafogo disse que vai solicitar uma audiência para conversar diretamente com o Executivo Municipal e apresentar, junto com representantes da área, as reivindicações elencadas durante a sessão especial.
Também participaram do debate na CMJP a professora Jemima Marques, do Departamento de Ciência da Informação da UFPB; o presidente da Associação Profissional de Bibliotecários da Paraíba, Marcos Paulo; a vice-presidente da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), Lucinéia Maia; o presidente da Academia Paraibana de Letras, Damião Ramos Cavalcanti; e o representante da Secretaria de Cultura do Estado, José Otávio.
Por: Érika Bruna Agripino, fonte: Câmara Municipal de João Pessoa
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
EM CURSO A BIENAL

A BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO está em curso, no Centro de convenções, Olinda, desde o dia 4 e se estenderá até o dia 13 deste. Apesar das dificuldades para que essa versão fosse posta em prática, alguns problemas rolaram nas águas imersíveis do lago. Entre mortos e feridos, talvez tenham se salvado todos. Isso foi transmitido pela responsabilidade do time em campo, sob a custódia dos organizadores que seguram a onda dentro dos princípios básicos da ética profissional, para que permaneça o caráter inicial e crescente das Bienais subsequentes.
A quebra de paradigmas (com raríssimas aparições de Academicistas Ilustrados) vem dando uma nova embalagem ao Evento, no momento em que desmistifica a figura distante do escritor isolado nas Academias, ou com seus diplomas enferrujados nas gavetas. A inclusão da literatura poética, ao homenagear João Batista de Siqueira, o Cancão, fenômeno poético de São José do Egito, Pajeú pernambucano. A presença de artistas da estirpe de Maciel Melo, o homem que colocou poesia nas letras de forró, para todo o Brasil. A Roda de Glosa (com o poder da palavra improvisada, sem o uso da viola). O livro O FIDALGO E O CAÇADOR, e outros poemas, do nosso mestre Chico Pedrosa, publicado pela Editora IMEPH, Fortaleza. O debate sobre Cultura Popular, promovido pela UPE, com o decisivo apoio e competência do Professor Alexandre Furtado, do Professor, poeta e especialista no assunto, Josivaldo, Ésio Rafael e a “Professora, doutora, escritora, crítica literária, especialista em literatura de cordel”, Clarissa Loureiro.
Tudo isso faz com que a BIENAL se transforme em um agente agregador das diferentes culturas, onde cada cidadão possa mostrar sem pesadelo seus traços culturais carimbados e comandados por diversos Brasis cheios de rituais, ritmos cadência, e charme. Na mesma rima a exposição das caras das pessoas que estão pondo métrica na BIENAL, propiciando um clima leve, um ambiente agradável, onde os transeuntes se sentem livres e mais próximos aos escritores. Esses fatos vêm diferenciando a BIENAL DO LIVRO aqui em Recife, de outras que ocorrem no Brasil.
Pena que os Professores das redes oficiais de Ensino de Pernambuco não tenham participado esse ano, justo que o governo cortou o bônus a eles destinado, retirando a oportunidade do poder de compras e manipulação de livros, com as suas próprias mãos em cada stand, ou praça de alimentação, deliciosamente, curtindo um bem imaterial de grande valor acima de qualquer suspeita.
Apesar da queda de visitantes, compradores e simpatizantes, na medida em que quebra uma corrente que vinha dando certo, destacando Pernambuco, o objetivo maior está sendo tocado pra frente, graças ao empenho, a sensibilidade de seus organizadores, no sentido de que essa manifestação literária do Estado, permaneça por muito tempo, nas margens da lembrança de todos os pernambucanos ligados à literatura poética.
Vida longa à BIENAL. Que se encontre uma fórmula de fundir escritores, poetas, artistas, músicos, das mais variadas fontes da sociedade, abrindo portas para o possível e para corações e mentes.
Vida longa para a BIENAL, longe da força do poder autoritário. Vida longa para a BIENAL que une força do bem, que procura fundir os pensamentos mais adversos, sem distinções de dentro, ou de fora das Academias. Fora os arrebitados narizes, mas fora também a apologia ao voto de pobreza, ao populismo chula, ao “complexo de vira lata”.
Vida longa à BIENAL, da harmonia, do entendimento, da celebração da beleza, dentro de um ambiente propício à inteligência humana! Né véi?
Fonte: Jornal da Besta Fubana
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Novo edital do MEC para tablets
Por Galeno Amorim
Está no forno do FNDE um novo edital para interessados em vender uma
montanha de tablets para as escolas públicas. Será pelo sistema de
registro de preços em ata. Ou seja, os selecionados poderão vender e
entregar diretamente para qualquer prefeitura ou governo estadual sem a
necessidade de novas licitações.
Após a entrega de 640 mil tablets para professores do Ensino Médio,
desta vez serão contemplados os mestres do Ensino Fundamental, que é o
dobro disso. Uma parte talvez fique para 2015.
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