segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Como criar e-books a partir da Wikipédia


A partir da Wikipédia pode-se criar livros para impressão mas também e-books em formato e-pub e pdf. O processo é muito intuitivo e permite criar publicações para ler ou consultar de acordo com as categorias que a Wikipédia origina para cada artigo. Para criar um e-book basta ir  à lateral esquerda do site e clicar em “Criar um livro” no menu “Imprimir/exportar”. O “Criador de livros” é activado e passa a aparecer numa barra no topo de cada artigo. Se clicar em “Adicionar esta página ao seu livro” adiciona o artigo ao seu livro, isto pode ser feito na barra no topo do artigo ou quando passa o cursor do rato sobre qualquer link activo no artigo (i.e. texto a azul). A Wikimedia lançou um vídeo tutorial para demonstrar como se faz, mas no Youtube é possível encontrar outros tutoriais.





domingo, 14 de outubro de 2012

Chamada de Trabalho para o XXV CBBD – 2013



O Congresso tem como Tema central:
Bibliotecas, Informação, Usuários –Abordagens de transformação para a Biblioteconomia e Ciência da Informação 

As Áreas Temáticas definidas e os Procedimentos para apresentação e avaliação dos trabalhos encontram-se disponíveis a seguir.

1  TEMÁTICAS DO XXV CBBD 2013

Temática I:  Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente
Especificidade e aplicabilidade em Bibliotecas e Serviços de informação. Características das tecnologias versus ambientes de informação e seus usuários. Relações profissionais e pessoais em ambiência digital. Políticas, metodologias e aplicativos para gestão e curadoria de acervos bibliográficos, memoriais e institucionais. Aplicações 2.0 e experiências em redes sociais online. Livros e leitura digitais e portabilidade. Competências e tecnologias na era digital. Avaliação da usabilidade de recursos de tecnologias da informação.

Temática II: Transcompetências: diferenciais do usuários e do profissional da informação
Competências na ambiência das Bibliotecas e Serviços de Informação. Formação dos profissionais da informação. Metacompetências e transcompetências em Bibliotecas e Serviços de Informação. Competências de acesso e uso da informação para a construção do conhecimento. Perspectivas e tendências de estudos e pesquisas sobre Competências em informação. Advocacy. Defesa de interesses, engajamento, ativismos e atuação dos profissionais da informação.

Temática III: Bibliotecas, serviços de informação & sustentabilidade
Inovação e sustentabilidade em Bibliotecas e Serviços de Informação. Projetos e alianças estratégicas. Compromisso social e responsabilidade em Bibliotecas e Serviços de Informação. Promoção do desenvolvimento sustentável em Bibliotecas e Serviços de Informação. Requisitos e valores para uma economia sustentável em Bibliotecas e Serviços de Informação. Bibliotecas Verdes. Avaliação de bibliotecas e serviços de informação.

Os trabalhos científicos para avaliação deverão ser submetidos exclusivamente pela Internet, até as 24h (horário oficial de Brasília) do dia 30 de março de 2013.


Escolas não devem adotar tablet só porque é moda, conclui debate


O tablet não deve ser usado por escolas só porque “é moda”. Para que o aparelho entre em sala de aula, é preciso antes desenvolver um projeto pedagógico para seu uso e preparar o professor.

Essa foi uma das sugestões do debate “Tablet na Infância – Educação e Entretenimento”, realizado dia 08 no Teatro Folha, em São Paulo. O encontro, promovido pela “Folhinha”, teve parceria do Instituto Ayrton Senna e foi acompanhado por 190 pessoas, a maioria professores e pais. Durou quase três horas e foi caloroso, com embate entre ideias opostas e manifestação da plateia.

Se a escola pede tablet no material escolar, o ideal é que tenha um plano pedagógico. Se não sabe como será usado, recomendo que o pai não compre. E mais: eu tiraria meu filho de uma escola assim“, disse Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil, ONG que trabalha com segurança na internet.
Outro alerta é que o tablet não tenha acesso 3G e funcione pela rede da escola, o que possibilita um maior controle da navegação do aluno.

O conflito de opiniões entre a psicóloga Andrea Jotta, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP, e Valdemar W. Setzer, professor do departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da USP, mobilizou a plateia.

Setzer foi o único debatedor radicalmente contra o uso de aparelhos eletrônicos e da internet na educação infantil. “Spam existe porque adultos são inocentes e caem. Agora, imagine criança!“, exclamou ele. “Elas são ingênuas e estão sendo usadas para testar tecnologias“, disse.

Para Setzer, as crianças devem ser incentivadas a brincar com produtos não eletrônicos. Jotta discordou do professor em diversas ocasiões -e chegou a ser interpelada por uma espectadora, que defendeu Setzer. “As crianças dão conta de desenhar no tablet, no papel, de conversar com as pessoas ao vivo e no mundo virtual. Se os adultos conseguem educar essas crianças é outro ponto. O descontrole que a gente vê é do adulto“, afirmou Jotta.

Mas todos concordaram em um ponto: a participação ativa dos educadores no desenvolvimento das crianças. “Pais e professores têm que estar perto das crianças. Eu me preocupo mais com isso do que com o uso de tablet e internet“, disse Adriana Martinelli, coordenadora da área de tecnologia e educação do Instituto Ayrton Senna.

O debate foi mediado pela editora da “Folhinha”, Laura Mattos, e pelo editor do caderno “Tec”, Leonardo Cruz.