terça-feira, 28 de julho de 2015

Inclusão na Biblioteca


Por Givanilda Maria - Bibliotecária CRB 8/9619
A biblioteca é um espaço para ser usado não só para leitura, é uma ferramenta para a disseminação da cultura, e que está aberto a todos de forma ampla, um espaço de compartilhar e aprender coisas novas. 
Sendo um espaço público e aberto a todos de forma igual, ou seja, desde aquele usuário que vem apenas para ler o seu jornal, até o que vem para uma pesquisa mais científica, a biblioteca tem que estar apta a recebê-los. Não só com um bom atendimento, mas também com um espaço físico adequado, e com materiais que atendam a pesquisa e também com o suporte apropriado para cada usuário. 
Hoje, vamos falar de inclusão dentro da biblioteca. Nos dias atuais, se ouve o tempo todo sobre inclusão. Sendo assim, a biblioteca não pode ficar de fora dessa realidade. Quando se pensa em inclusão, o que nos vem à mente são as pessoas com restrição de mobilidade - um exemplo são os cadeirantes. 
No universo da biblioteca, esse tema “inclusão" deve ser ampliado, começando desde o lugar onde será implantada, que seja de fácil acesso, da altura dos móveis, a localização e o espaço entre as estantes, as entradas e saídas da biblioteca, pensando sempre que nosso público é diverso. 
O acervo também precisa ser pensado, deve conter livros específicos para cada público. A biblioteca deve contar com materiais em vários suportes. Contar com DVD's, com Audiobooks, livros em braile, jogos que ajudam no aprendizado. Pensar na inclusão dentro da biblioteca, por exemplo uma escolar, é ter o cuidado de conhecer os alunos que precisam de suportes diferenciados. Um exemplo seria um aluno cego, o acervo deve contar com livros em braille, ou um aluno com dificuldade de mobilidade, enfim, esses precisam ser atendidos de forma que não se sintam excluídos desse universo. 
O papel da biblioteca é de ser um ambiente acolhedor, agradável, que consiga receber a todos de forma igual. Para isso, o bibliotecário deve sempre estar atento, com o público que atende. 

"Nós não devemos deixar que as incapacidades das pessoas nos impossibilitem de reconhecer as suas habilidades." Hallahan e Kauffman, 1994.

Fonte: verticebooks

sábado, 2 de maio de 2015

Como memorizar tudo que você lê

Ao longo do processo de leitura, é importante que a pessoa consiga lembrar daquilo que leu para que seu tempo tenha sido gasto produtivamente. Para isso, existem algumas estratégias que podem facilitar a memorização. Saiba 5 estratégias para lembrar com mais facilidades dos assuntos lidos durante sua vida. Confira-as a seguir: 

1- Faça resumos no livro
Os resumos facilitam a compreensão, a análise, a sintetização e a avaliação das informações. Dessa forma, você faz com que sua mente mantenha-se ativa durante a leitura e aumenta a capacidade própria de cognição.

2- Fale em voz alta
Após 30 minutos de leitura e tomadas de notas, pare o procedimento e fale em voz alta tudo que você conseguir lembrar sobre o assunto lido. Em um primeiro momento, a memorização é difícil, mas com o tempo você consegue aprimora-la e tem cada vez mais facilidade.

3- Discuta com o livro
Outra maneira de realizar uma leitura ativa é criando questionamentos com base no que você está lendo. Marque as partes do livro que não estão claras para você ou que possam gerar alguma discordância. Essas perguntas podem ser levadas para a sala de aula e servir de base para a retirada de dúvidas.

4- Monte uma pergunta
Ao final de cada capítulo, elabore uma questão que englobe vários pontos da leitura. Separe de 15 a 30 minutos para respondê-la e, assim, você estará memorizando ativamente os conceitos estudados.

5- Grave seus resumos e escute
Essa é uma maneira simples de você conseguir memorizar muitos tópicos sem precisar demandar grande esforço pessoal.

Fonte: Universia 27/04/2015

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Ciência da Informação em Revista

Ciência da Informação em Revista publica novo número.
SUMÁRIO

130 cursos universitarios, online y gratuitos que inician en mayo

Veja mais em: http://wwwhatsnew.com/2015/04/19/130-cursos-universitarios-online-y-gratuitos-que-inician-en-mayo/?utm_source=feedburner

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Biblioencanta

Biblioencanta é um Projeto de Extensão do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas - UFAL e está desenvolvendo atividades em parceria com o Lar São Domingos, no qual trabalha quinzenalmente diferentes gêneros literários por meio da contação de histórias, de brincadeiras lúdicas, músicas e muita alegria.
Nosso maior objetivo é contribuir com a formação de leitores.
Colheremos ótimos resultados, temos certeza.
Conheça o Biblioencanta. 

Escritor lança livro em cordel com as histórias da cultura alagoana

Dedicado ao estudo e produção de literatura de cordel desde a infância, o escritor alagoano Cícero Manoel, 24, da cidade de Santana do Mundaú, lançou este mês seu primeiro livro do gênero: 'Versos de um cordelista'.
A coletânea reúne histórias inéditas e algumas já publicadas em folhetos que contam 'causos' do cotidiano do Nordeste.

Responsável pela produção artesanal das histórias, desenhos e livretos, no modelo dos livros de cordel comercializados em feiras livres do Nordeste, Cícero Manoel expõe que a publicação de um livro produzido em uma gráfica é uma oportunidade que poucos cordelistas alcançaram.

“Fazer literatura no Nordeste já exige um grande esforço. E quando a produção se trata de cordel a dedicação precisa ser ainda maior. Principalmente porque depois do avanço da tecnologia a literatura de cordel vem desaparecendo dos espaços públicos que se fazia presente. A exemplo de feiras e praças”, diz.
Cícero Manoel mostra alguns dos cordéis confecionados artesanalmente (Foto: Waldson Costa/G1)
Segundo ele, para o livro 'Versos de um cordelista' foram reunidas histórias que possuem relação direta com a cultura popular do interior de Alagoas.
“Entre as histórias e 'causos' estão relatos de humor e críticas que fazem um resgate da cultura popular, mostrando um pouco do cotidiano do interior do Nordeste”, completa.

Publicado pela editora Viva, o livro está sendo comercializado no campus V da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), em União dos Palmares.

Escritor
Filho de pai analfabeto e uma mãe que nem ao menos terminou o segundo grau, Cícero Manoel, que atualmente estuda Letras na Uneal, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, e foi criado em Santana do Mundaú, Alagoas.

Entre seus principais textos em cordeis estão relatos ficcionais e dramas da vida real, a exemplo do cordel 'A enchente de 2010 e os desastres em Santana do Mundaú', que conta o drama das famílias que enfrentaram a tragédia. Na ficção há histórias de 'causos' como como 'A morte de João Pinguço', 'A mulher que capou o marido', 'O casamento forçado' e até mesmo histórias de romance como 'A romântica história de Tião e Ana Luiza' e 'O romance de Armando e Aline".

Fonte: G1 Alagoas

segunda-feira, 20 de abril de 2015

UNESCO terá biblioteca de jogos

Iniciativa está prevista para 2016. Objetivo é utilizar games tradicionais na educação.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura  (UNESCO) anunciou que está planejando a criação de uma biblioteca digital aberta de jogos tradicionais. O objetivo é recolher, preservar digitalmente edivulgar os jogos tradicionais de modo que possam ser utilizados em aplicações diversas promovendo a educação e a inclusão digital.

A iniciativa, que é uma parceria com a empresa chinesa Tencent Technology Company Limited, foi anunciada em Pequim pelo diretor da Divisão de Sociedades do Conhecimento, Comunicação e Informação da Unesco, Indrajit Banerjee, e o vice-presidente da Tencent Technology Company Limited, Edward Cheng, informou a Agência Lusa.

"O objetivo do projeto é duplo: na primeira fase, a UNESCO vai desenvolver uma metodologia e diretrizes para a identificação, coleta, inventariação de jogos tradicionais em todo o mundo, tendo também em conta outras iniciativas relevantes em curso. Por outro lado, em parceria com a Tencent, irá desenvolver uma estratégia de Tecnologias de Informação e Comunicação, e ferramentas para a preservação digital e disseminar informações sobre estes jogos tradicionais, com o objetivo de salvaguardar esse conhecimento como um património vivo do domínio público", disse Davide Storti à Lusa.

A UNESCO já apoia uma biblioteca mundial virtual, que reúne acervos de diversos centros de difusão cultural com livre acesso, com livros mapas e documentos de 194 países que datam desde o ano 1.200 a.C. (visite a versão em português aqui).

sexta-feira, 13 de março de 2015

Arapiraca: Mulheres acompanham desenvolvimento de filhos nas Arapiraquinhas

As bibliotecas digitais de bairro, as Arapiraquinhas, estão ampliando sua importância na formação educacional das crianças do município, com a participação cada vez mais efetiva das famílias no acompanhamento do desenvolvimento de seus filhos.

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Exemplo disso é o caso da  dona de casa Michele Rodrigues Brito, moradora da Rua Boa Sorte, no bairro Primavera.

A mulher passou a frequentar a Arapiraquinha para ajudar a filha de dois anos de idade na participação das atividades lúdicas com a contação de estórias dentro da biblioteca digital de bairro.

As regentes Valéria e Marineuza revelam que a cada dia aumenta o número de mulheres e donas de casa acompanhando as atividades dos filhos nas bibliotecas Arapiraquinhas.

“Aqui, no bairro Primavera, como também em outras localidades onde funcionam as bibliotecas, as famílias têm participação ativa no acompanhamento de aprendizagem e desenvolvimento intelectual das crianças”, afirma a regente da Arapiraquinha do bairro Primavera.

A coordenadora das bibliotecas digitais de bairro, professora-mestra Eliane Bezerra, destaca o apoio da secretária de Educação Gorete Queiroz e da gestão da prefeita Célia Rocha, no apoio às ações para o fortalecimento da primeira infância”, frisou a coordenadora, citando também o programa Agapi.

Eliane Bezerra disse que o trabalho nas Arapiraquinhas também recebem o apoio de sua equipe, com a contadora de histórias Maria Cristina Tininha e a arte-educadora Fabiana Salsa.

Implantadas no ano de 2010, durante a gestão do ex-prefeito Luciano Barbosa, com seis unidades, nos bairros Jardim Esperança, Novo Horizonte, Canafístula, Primavera, comunidade rural de Canaã, e bairro Planalto.

Agora, na gestão da prefeita Célia Rocha (PTB) o projeto das Arapiraquinhas ganha mais força e outras duas unidades já foram entregues aos moradores das comunidades de Vila São José e Bananeiras, totalizando oito espaços de incentivo à leitura e pesquisa.

Mantidas pela Prefeitura de Arapiraca, por meio da Secretaria Municipal de Educação, as bibliotecas digitais de bairros têm um acervo com cerca de três mil títulos, salas climatizadas de informática, para contação de histórias e bebeteca, que atende crianças até cinco anos de idade.