quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Ana Virgínia Pinheiro, bibliotecária: ‘Os livros sabem que vão sobreviver a nós


Ana Virgínia, cuida dos livros raros da Biblioteca Nacional.
Foto: Gustavo StephanAna Virgínia, cuida dos livros raros da Biblioteca Nacional. - Gustavo Stephan

“Nasci em Botafogo. Sou divorciada e tenho dois filhos. Sou uma pessoa de origem pobre e surpreendo os pesquisadores que me procuram e imaginam outro biotipo. Fui a única da família a fazer faculdade. Minha primeira opção foi biblioteconomia. A segunda, arqueologia. Ofícios muito parecidos”

Conte algo que não sei.
Um livro do século XVI dura meio milênio. Um livro do século XX não chega a 100 anos. As bibliotecas do século passado estão morrendo. A gente nem abre os livros, para evitar o efeito cream cracker. Aguardamos uma tecnologia que os salve.

Como se sente cuidando de 100 mil livros raros?
Num sítio arqueológico. As pessoas não têm ideia do que há. Pesquisadores brasileiros vão à Europa buscar cópias de originais que temos aqui. Livros raros são obras de arte, e a expectativa que se tem de quem zela por esse patrimônio é que seja catalogado e descrito.

Você também caça livros?
Minha função é zelar, mas o zelo pressupõe descobrir, revelar, desvelar. A demanda do pesquisador desencadeia a caça. Tenho recebido pesquisadores helenistas que estão achando livros que podem mudar a história da literatura, da filosofia, e os pontos de vista que vinham amealhando na sua formação.

Pode dar um exemplo?
Havia um no acervo que estava lá, catalogado, e de repente emergiu: uma edição da “Divina proporción”, do padre e matemático italiano Luca Pacioli, do início do século XVI, que é ilustrado, simplesmente, por Leonardo da Vinci. São xilogravuras que fundamentaram as teorias de 3D. O pessoal de design, editoração e artes enlouqueceu. Há poucos exemplares no mundo.

O que mais você descobriu?
Nos armazéns achei uma coleção de folhetins pornográficos do final do século XIX. Compravam uma foto de prostituta francesa e desenvolviam uma história com sexo entre iguais, desiguais e até animais. O primeiro folheto homoerótico, o “Menino do Gouveia”, também está ali.

Como é a sua relação, digamos, pessoal com os livros?
Olha, eu tenho até medo de abrir algumas obras de centenas de anos. Dos efeitos colaterais. Dizem que o livro antigo fechado fica inócuo, mas sempre acho que pode ter veneno em pó. Ou efeitos na cadeia de memória, de emoções, da psique... Um dia puxei um livro e havia uma imagem de navio negreiro desdobrada. Os negros estavam distribuídos como em varais, e não em pé no porão. Eram arrumados por tamanho e compleição física. Como em prateleiras.

Fale mais desses temores.
Livros morrem. São como pessoas. Carecem de proteção. O trabalho que faço é tentar garantir que o livro de que cuido alcance a próxima geração. Para que sobreviva a ataques. Doenças. Que amadureça. Dê frutos. Sabem que vão morrer, mas que vão sobreviver a nós. Tenho uma teoria: não sou a guardiã deles. Sou usada por eles. Estão na expectativa já de quem me sucederá. Isso produz um encantamento. Tem que ter isso. Se não você vira uma carimbadora de papel.

Na Idade Média, se lia nos mosteiros. E hoje, onde estão enterrados os livros ocultos?
Coleções particulares. Elas preservam, mas o colecionismo é uma paixão que não impõe limites. O tráfico de obras raras hoje é o segundo ou terceiro. Perde para drogas e armas. As penas são menores.

Quanto valem?
Pego livros na BN que alcançam milhões de dólares. Um livro antigo entra no mercado não só pelo conteúdo, mas pela materialidade. Temos livros com gravuras de Rubens. Quanto está uma tela? Dependendo da raridade, do estado, da história, se foi proibido, o céu é o limite.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

[RITUR] Publicação de Número Especial "Museus, Turismo e Sociedade"

Estimados leitores,

É com grande prazer que comunicamos o lançamento do primeiro Número Especial da Revista Iberoamericana de Turismo - RITUR, sob a temática "Museus, Turismo e Sociedade", tendo como Editoras responsáveis as competentes professoras Luciana Ferreira da Costa (Universidade Federal da
Paraíba, Brasil) e Maria de Fátima Nunes (Universidade de Évora, Portugal).

Convidamos todos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse: http://www.seer.ufal.br/index.php/ritur/issue/view/128

Sumário

Editorial

ENCONTRO DE OLHARES SOBRE MUSEUS, TURISMO E SOCIEDADE
Luciana Ferreira da Costa, Maria de Fátima Nunes
1-3

Artigos

Neus Crous-Costa, Dolors Vidal-Casellas
4-21
Manuel de Azevedo Antunes
22-35
David González Vázquez
36-49
Rosângela Custodio Cortez Thomaz
50-74
Diolinda Ramírez Gutiérrez, Heredina Fernández Betancort, Agustín Santana Talavera
75-94
Carmen Lucia Souza da Silva
95-110
José Cláudio Alves de Oliveira
111-123
Luciana Ferreira da Costa, João Carlos Pires Brigola
124-141
Alzira Queiroz Gondim Tude de Sá
142-161

Expediente

EXPEDIENTE DO VOLUME 4, NÚMERO ESPECIAL DE 2014 DA RITUR
Luciana Ferreira da Costa, Maria de Fátima Nunes
162-166

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Projeto transforma refrigerador em biblioteca itinerante para crianças


Um grupo de 60 crianças da Vila Torres, atendidas durante o horário de contraturno escolar pelo espaço Passos da Criança, conheceu a Refriteca, projeto da fabricante de eletrodomésticos Electrolux realizado com a parceria do Pró-Cidadania, que transforma refrigeradores em biblioteca itinerantes. As crianças também participaram de atividades diferentes, como a contação de histórias.

A Refriteca circulará as instituições atendidas pelo Parceria Nota 10, projeto do Pró-Cidadania. Os livros da biblioteca, cerca de 150 exemplares escolhidos de acordo com a faixa-etária das crianças, são do acervo da empresa ou doados por colaboradores.

“As crianças ficaram ansiosas pela chegada da biblioteca. Explicamos a elas que além de matar a fome, nossa geladeira especial, através dos livros, alimenta a alma e a criatividade”, disse a psicopedagoga do Passos da Criança Lea Aparecida Barnabé.

Entre os títulos estão livros diversificados, como obras de literatura, infanto-juvenil, biografias, obras de culinária, artes, artesanato, política, esporte, música, saúde, livros informativos, periódicos e diferentes materiais de leitura como revistas e gibis.

“A ideia é muito interessante porque além de incentivar a leitura dentro das instituições, promove também o lazer e a cultura na comunidade”, explicou o supervisor de Ação Social do Pró-Cidadania, Rodolfo Schneider.

“Eu adorei. Queria poder ter essa geladeira em casa”, contou Lucas dos Santos, de 7 anos. Mayara Gabriela de Oliveira, de 8 anos, disse que a parte favorita das atividades foi a contação de histórias. “Parecia que eu estava vendo um filme do João e o Pé de Feijão”, falou.

De acordo com Bárbara Calado, do setor de responsabilidade social da Electrolux, o tempo de permanência da mini biblioteca no projeto social pode variar. Serão 30 dias para instituições com até 80 crianças e 50 dias para instituições com mais de 81 crianças. Após este período o refrigerador-biblioteca será retirado e levado para outra escola/instituição cadastrada pelo Pró-Cidadania.

“Neste tempo, a garotada, com o auxílio das professoras, pode aproveitar como quiser a biblioteca. A reação tão positiva das crianças nos surpreendeu hoje e ficamos muito contentes”, explicou Bárbara.

Pró-Cidadania
O Instituto Pró-Cidadania é uma associação civil com personalidade jurídica de direito privado, sem fins econômicos lucrativos, com caráter voltado aos fins assistenciais, educacionais, beneficentes e culturais.

Parceria Nota 10
O Parceria Nota 10 foi criado em 2007 e desde então beneficiou mais de 10 mil crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos. O projeto promove a formação integral na vida das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade em Curitiba.

Atualmente, atende mais de 2 mil crianças e adolescentes/ano, através de implantação da metodologias para instituições, monitoramento, avaliação permanente das atividades, capacitação dos gestores e educadores e o repasse de materiais (escolares, de higiene, educativos, eletrônicos e esportivos) e agasalhos.

O Pró-Cidadania também desenvolve o projeto Curitibaninhos, que beneficia mamães e recém-nascidos com palestras preparatórias e distribuição de enxovais, e o Jogo Limpo, na área de esporte. Informações pelo telefone (41) 3040 -1582.

Justiça libera lançamento de biografia de Guimarães Rosa

Uma decisão inédita de um tribunal brasileiro acaba de permitir que uma biografia não autorizada pelos herdeiros do biografado seja lançada. 'Sinfonia Minas Gerais - A Vida e a Literatura de João Guimarães Rosa', de autoria de Alaor Barbosa, que conta a história do escritor João Guimarães Rosa (1908 - 1967), havia sido retirado das livrarias em 2008, quando a Justiça acatou um pedido de Vilma Guimarães Rosa, filha do poeta. Além de ser contra o livro que não havia autorizado, Vilma acusava a obra de possuir trechos plagiados de sua obra 'Relembramentos: João Guimarães, Meu Pai'.

“Este é um livro que ela chama de biografia, mas que traz documentos, cartas, discursos de Guimarães”, conta Barbosa ao jornal O Estado de S.Paulo. Ele diz que usou o conteúdo de tais trechos em seu livro, mas em quantidade menor do que a apontada por Vilma. “Além do mais, são trechos que não são da autoria dela.” O escritório de advogados que defende Vilma, Dain Gandelman e Lace Brandão Advogados Associados, foi procurado pela reportagem, mas não retornou aos pedidos de entrevista.

O acórdão de 38 páginas que tem como relatora a desembargadora Elisabete Filizzola desconstrói as acusações da herdeira ponto a ponto. Ao abordar as colocações de que Barbosa teria investido em uma imagem de que Guimarães era antipatriótico, a relatora considera: “Veem imputação de ‘antipatriotismo’ ao renomado escritor, por dizer o biógrafo: ‘Nunca me deparei, nos textos de Guimarães Rosa, com alguma preocupação com o presente e o futuro do Brasil’.

Ocorre que as próprias recorrentes assinalam que ‘durante sua vida, João Guimarães Rosa sempre optou pela discrição, tendo preferido evitar entrevistas sobre sua vida privada e posições políticas’, o que, como se nota, confirma, com cirúrgica precisão, exatamente o que asseverara a biografia em tela. Até porque, obviamente, não se confunde com ‘antipatriotismo’ a conduta apenas reservada com relação a ideologias, bandeiras políticas etc.”

A relatora defendendo não só a liberdade de expressão como a própria opinião dos biógrafos. “Não colhe a assertiva de que ‘as conjecturas do biógrafo seriam opinativas, inconsistentes, desprovidas de fundamento, e, acima de tudo, ofensivas, causando evidente dano moral ao escritor e à sua família’ (como diz a acusação). Aliás, ‘opinativas’ elas até podem ser, e mal algum há nisso, mormente por estar claríssimo nas passagens citadas de quem são as opiniões.”

Daniel Campello Queiroz, advogado de Barbosa, diz que a decisão pode levar a movimento de novas decisões judiciais favoráveis a biografias não autorizadas. “Isso tudo oferece caminhos interessantes por onde os tribunais devem caminhar.”

Depois de declarações de Vilma consideradas caluniosas contra sua conduta, Barbosa entrou na Justiça por danos morais contra a herdeira. A sentença favorável ao escritor determinou que Vilma pague, segundo Barbosa, R$ 30 mil. “Ela poderia recorrer, mas perdeu o prazo da apelação. E eu pedi que a indenização seja aumentada para R$ 120 mil”.

Alaor Barbosa, contudo, diz que neste momento não pensa em recolocar a biografia de Guimarães Rosa nas livrarias. “Eu teria que retirar partes do livro por questões pessoais, por minha decisão. São as citações que faço ao livro dela (de Vilma) - que na verdade são de terceiros - mas que eu retiraria por um motivo moral. Não sei se quero mais mexer com isso”, diz o autor de 74 anos, que passou cinco pesquisando sobre a vida do escritor. “Toda essa minha luta foi pelo princípio da liberdade da criação intelectual, que é um princípio universal. Eu já consegui minha vitória”.

Fonte: Estado de Minas - 15/10/2014

domingo, 12 de outubro de 2014

Dia da Leitura: Amantes dos livros podem achar exemplares de R$ 1 a R$ 5 mil em João Pessoa

Portal Correio
Leitura está se expandindo na Capital
A leitura que se manifesta e se expande. Rompe as barreiras e adentra as ruas, praças e ônibus. Qualquer lugar público pode virar um portal para um novo universo, embalado pela companhia dos livros. Em João Pessoa, seja no Dia Nacional da Leitura (12), ou em qualquer ocasião, não é difícil encontrar pessoas que mostrem como a leitura está se expandindo a cada dia.
Sabrina Kelly, 17 anos, conta que não consegue mais andar pela cidade sem carregar alguma obra literária. “Não tenho um lugar certo para ler. Quando estou indo para qualquer lugar, a primeira coisa que faço é abrir meu livro. Muitas vezes a viagem é chata, mas com a leitura eu nem vejo o tempo passar. Além disso, eu percebo que hoje escrevo e me expresso muito melhor que antigamente”.
Segundo a estudante, a paixão pela leitura começou pela insistência de uma amiga. Fã da série de romances ‘Fallen’, da autora americana Lauren Kate, Sabrina diz ainda que a falta de boas bibliotecas é algo que prejudica muitos estudantes que buscam pelos livros e não têm condições financeiras para adquiri-los. 
Na falta de bibliotecas, livrarias e sebos são procurados por quem deseja ler em um ambiente tranquilo

Apesar de se observar o interesse de uma parcela significativa de pessoas em acompanhar obras literárias, o brasileiro lê, em média, de três a quatro livros por ano, enquanto a média entre os países europeus chega a oito anualmente.
É o que revela a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada na 11ª Feira do Livro de Joinville (SC), pela palestrante e escritora a escritora Maria Antonieta da Cunha. O preço seria uma barreira, mas não deveria.
Em uma livraria localizada em um shopping de João Pessoa, os preços de exemplares variam entre R$ 9,90 e R$ 460. O público que mais procura o espaço é formado por adolescentes. Naiara Santos e Pedro Silvestre, 14 e 15 anos respectivamente, sempre frequentam o local em busca de novas histórias e preços acessíveis. Pedro conta que não tem autor preferido. Para ele, a obra tem que ter uma boa história. “Pra mim, o gênero tanto faz, se o livro for bom a gente leva, disse ele.  
Admiradora de romances, Naiara diz que a capa influencia muito na hora de comprar, os preços variam bastante e o importante é pesquisar. “Há livros que são muito caros, a gente olha e se assusta com preço, mas têm muitos outros que o preço está bom; tem que pesquisar”.  
O jornalista e escritor Mélchior Machado lamenta a falta de acessibilidade aos livros. Ele reconhece que o interesse pela leitura depende de vários outros fatores, mas diz que os valores cobrados por exemplares de literatura deveriam ser reduzidos. 
“Levar literatura para todos demanda uma mudança estrutural na educação, mas, de qualquer maneira, eu acho que poderíamos tentar baratear o preço dos livros, que ainda é muito caro para a maioria das pessoas. Até porque a leitura é fundamental para o crescimento das pessoas. Na experiência que eu tenho, percebi que todos aqueles que leem acabam atingindo mais rapidamente os seus ideais e constroem seu futuro de maneira mais firme”, defende.
Preços altos são empecilhos para aquisição de novos exemplares de literatura
Foto: Preços altos são empecilhos para aquisição de novos exemplares de literatura
Créditos: Portal Correio
Uma alternativa para leitores que buscam apreciar bons livros, com preços acessíveis, são os sebos, que muitas vezes vendem obras pela metade do preço. Nas prateleiras, podem ser encontrados tanto exemplares novos quanto usados. Em um desses estabelecimentos, no Centro de João Pessoa, é possível encontrar mais de 3 mil livros, só no acervo digitalizado. Os preços vão de R$ 1, pago por uma literatura de cordel, até R$ 5 mil, para que o leitor adquira um romance raro, escrito em alemão gótico. 
Nos sebos também são disponibilizadas áreas voltadas para a leitura. Para o contabilista Rafael Freire, espaços públicos destinados à leitura deveriam ser montados em diversos pontos da cidade. Ele acredita que as bibliotecas existentes na cidade não atendem a demanda da população de maneira satisfatória. “Sinto falta de um espaço com livros bons e atualizados. Isso não tem aqui em João Pessoa”. 
Contabilista diz que não costuma frequentar bibliotecas porque sabe que não encontrará livros atualizados
Foto: Contabilista diz que não costuma frequentar bibliotecas porque sabe que não encontrará livros atualizados
Créditos: Portal Correio

Novo periódico: Cadernos de Informação Jurídica

Foi lançado o primeiro fascículo do periódico CADERNOS DE INFORMAÇÃO JURÍDICA (www.cajur.com.br), totalmente dedicado à divulgação do conhecimento e a promoção da troca de experiências entre profissionais especializados na área da Biblioteconomia Jurídica, Arquivologia, Documentação, Ciência da Informação, Museologia, Informática Jurídica e ciências afins.
Sumário
Cadernos de Informação Jurídica, v. 1, n. 1, 2014PDF
 p. 1-142
EditorialPDF
 p. 2

Artigos

O uso de elementos argumentativos na pesquisa de informação jurisprudencialPDF
Lucivaldo Barrosp. 4-13
Mercado de trabalho para o bibliotecário jurídico nas bibliotecas do Poder Legislativo e tribunais superioresPDF
Edilenice Passos, Maria Tereza Walterp. 14-49
Gobierno de la información: complejo paradigma de fundamental implementaciónPDF
Laura Nahabetián Brunetp. 50-74

Dossiê

Revistas jurídicas em Portugal e no estrangeiro: das origens à actualidadePDF
Ana Maria Martinhop. 75-97
Revistas jurídicas brasileiras: "cartografia histórica" de um gênero de impressos (anos 1840 a 1940)PDF
Mariana de Moraes Silveirap. 98-119
Um olhar sobre os periódicos jurídicos nacionaisPDF
Cristiano Quintela Soaresp. 120-135

Entrevista

Neide de SordiPDF
 p. 136-14

sábado, 11 de outubro de 2014

Blog De Olho na CI lança aplicativo

Visando oferecer novas formas de compartilhamento de notícias e acompanhar as tendências tecnológicas do mercado informativo, o blog De olho na CI desenvolveu um aplicativo para leitura no celular. Experimente. Faça essa experiência pelo seu navegador, acesse:http://ebe09ebe-93d0-4743-915d-7616b676eecf.mobapp.at/landing/Desktop#.VDlvQ2ddXYI

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