quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Conheça a biblioteca particular de Fernando Pessoa


A biblioteca pessoal de Fernando Pessoa está com 142 livros disponíveis para consulta on-line.

(Crédito: Georgios Kollidas / Shutterstock.com)
(Crédito: Georgios Kollidas / Shutterstock.com)
A coleção começou a ser construída a partir de 1898, com livros escolares do autor
Fundação Vodafone Portugal divulgou a digitalização de cerca de 140 livros da biblioteca particular de Fernando Pessoa para consulta na internet. A digitalização do acervo foi feita pelo Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, em Portugal. Oslivros de vários gêneros e idiomas aparecem no formato PDF e JPG e trazem dedicatórias, anotações, assinaturas, notas, diagramas e poemas do maior poeta de língua portuguesa da história.

A coleção começou a ser construída a partir de 1898, com livros escolares como “A First Latin Course”, de Dr. Wm Smiths, em que Pessoa escreveu a data V – II – MDCCCXCVIII, e o “The Remarkable Adventure of Walter Trelawney”, de J.S. Fletcher, que foi dado de presente a Fernando Pessoa no dia 20 de Dezembro de 1898.

Alguns dos últimos livros a fazerem parte da biblioteca provavelmente são o “Histoire de la Franc-Maçonnerie Française”, de Albert Lantoine, publicado em Julho de 1935, e “Poemas” de Carlos Queirós, com uma dedicatória do seu autor datada no dia 31-10-1935.

A biblioteca abrange todas as classes de conhecimento e foi subdividida seguindo o sistema de Classificação Decimal Universal (CDU): 
Classe 0 – Generalidades. 
Classe 1 – Filosofia. Psicologia. 
Classe 2 – Religião. Teologia. 
Classe 3 – Ciências Sociais. Direito. Administração. 
Classe 4 – Classe vaga. 
Classe 5 – Matemática. Ciências naturais. 
Classe 6 – Ciências aplicadas. Medicina. Tecnologia. 
Classe 7 – Arte. Belas-Artes. Recreação. Diversões. 
Classe 8 – Linguística. Filologia. Literatura. 
Classe 9 – Geografia. História. Biografias.


A coleção é constituída por 1312 títulos (1419 volumes), e encontra-se dispersa em diferentes pontos da cidade de Lisboa
CFP = Casa Fernando Pessoa (1060 títulos; 1142 volumes) 
Herdeiros (150 títulos; 175 volumes) 
MN = Manuela Nogueira (sobrinha-neta de Pessoa – herdeira) 
LMR = Luís Miguel Rosa (sobrinho-neto de Pessoa – herdeiro) 
MFC = Miguel Freitas da Costa (Neto de Maria Madalena Nogueira de Freitas, prima de Fernando Pessoa) (3 títulos; 3 volumes) 
BNP/E3 = Espólio 3 da Biblioteca Nacional de Portugal (99 títulos)


Trata-se de uma biblioteca única em Portugal, não só por ter pertencido ao seu maior poeta, mas porque nela estão presentes títulos que nenhuma outra biblioteca pública do país contém.

Ao todo, existem livros escritos em oito línguas diferentes: espanhol, francês, galego, grego, inglês, italiano, latim e português. Em três livros escritos em inglês encontram-se algumas páginas em japonês e em hebreu, respectivamente. Pessoa teve pelo menos um livro em língua alemã, mas este exemplar está desaparecido.

 Fonte: Universia Brasil

domingo, 25 de novembro de 2012

Livros a até R$ 10: um balanço do programa da FBN e o anúncio da nova fase


Quem trabalha com políticas públicas costuma dizer que o mais difícil de ações na área cultural é manter a continuidade. Provam isso o programa de traduções de livros brasileiros para o exterior, com altos e baixos desde os anos 90 (atualmente em alta), e os editais das bolsas de criação literária da Funarte, que não circularam em 2011 e voltaram agora com alterações questionáveis.
Acho que mais raro é uma instituição reconhecer falhas de um programa e usar isso para melhorá-lo. Então justiça seja feita à Biblioteca Nacional, que acaba de lançar a segunda fase de seu programa de livros de baixo preço. Algumas mudanças estavam previstas, outras foram pensadas pela percepção de problemas –boa parte noticiada no Painel das Letras.
A maior bandeira de Galeno Amorim quando assumiu a presidência da FBN, no começo do ano passado, soava tão interessante ao consumidor quanto deixava empresários do ramo de cabelo em pé: estimular a produção e comercialização do livro de modo que o preço final fosse R$ 10, isso envolvendo toda a cadeia produtiva, ou seja, editores, distribuidores e livreiros.
Se a ideia fosse viável, livros a R$ 10 já seriam comuns, diziam editores –para eles, não haveria como a conta fechar, pois seria muito trabalho para uma margem de lucro irrisória. Para Amorim, era uma questão de estimular o mercado a acreditar na possibilidade, e a conta fecharia a partir do momento em que o preço mais baixo resultasse no aumento de vendas.
***
No começo deste ano, a FBN lançou a primeira etapa do programa, visando a compra de livros a R$ 10 por bibliotecas, e logo veio a enxurrada de problemas. De cara, a tradutora Denise Bottmann descobriu que a editora Martin Claret havia cadastrado dezenas de livros com traduções suspeitas de plágio (comento a atual situação no Painel das Letras deste sábado: a Claret foi a terceira editora com mais livros pedidos por bibliotecas).
Inúmeras editoras não entenderam que as livrarias fariam o meio de campo. Só depois de cadastradas descobriram que não venderiam livros a R$ 10 para bibliotecas, e sim que teriam de vendê-los a até R$ 7 para livrarias, que revenderiam às instituições. Faltou consenso quanto à parcela de editoras e livrarias na negociação, e algumas destas nunca pagaram. Lojas fizeram pedidos às editoras sem encomenda anterior das bibliotecas, o que era condição do programa.
Após vários adiamentos no prazo para entrega dos livros, até o fim de setembro todas as bibliotecas devem receber seus pedidos, diz a FBN. O processo envolveu compras de 2.114 bibliotecas, intermediação de 384 livrarias e vendas de 274 editoras. Balanço da FBN aponta economia de R$ 66 milhões na aquisição de livros por bibliotecas –o preço médio até 2010, eles dizem, era R$ 44 por unidade, enquanto agora foi de menos de R$ 10.
No total, o governo gastou R$ 17 milhões. Eu me pergunto se livros vendidos a R$ 10 terão a durabilidade necessária para bibliotecas, já que em geral livros para bibliotecas precisam ter acabamento melhor. Me pergunto se esse barato não sairá caro, mas isso é só especulação.
***
Uma novidade positiva do programa é passar a bibliotecários o ônus de escolher os livros de que as bibliotecas precisam, algo inédito no país –em geral, a compra é feita por comissões do governo, enquanto em países como a França cabe a bibliotecários montar seus acervos.
Acontece que muitos bibliotecários não estavam preparados, como percebeu a FBN, que agora promete um programa para formação deles. Um exemplo: entre os 20 autores com títulos mais pedidos estão Gabriel Chalita, que escreve autoajuda, e o autor de best-sellers Nicholas Sparks. A boa notícia é que a maior parte dos autores com mais títulos pedidos são importantes em bibliotecas, como Machado de Assis, José de Alencar e Monteiro Lobato. 
Se na primeira etapa as editoras cadastravam livros que queriam oferecer e só depois os bibliotecários escolhiam, na nova fase haverá uma necessária inversão de papéis: primeiro as bibliotecas listarão, cada uma, 200 títulos que gostariam de ter. Serão elencados os mil títulos mais indicados, e 400 deles serão comprados, espera-se, após negociações com editoras.
Estas se comprometerão a produzir 4.000 exemplares de cada títulos escolhido para distribuição em bibliotecas, que receberão kits, e outros 4.000 exemplares para colocação nas livrarias participantes do programa, para venda direta ao consumidor, a R$ 10. Uma novidade (que pode causar chiadeira entre livreiros) é que esta fase incluirá pontos de vendas que não sejam livrarias. Ou seja, farmácias que quiserem vender livros a R$ 10 ganharão um display para participar.
Se agora vai funcionar? Pode-se prever problemas, mas, ok, vamos dar um voto de confiança. E uma lembrança: editoras, livrarias, distribuidores e bibliotecas interessados em participar de ações futuras podem se cadastrar em www.bn.br. Isso também ajuda em mapeamento do mercado editorial, cujos dados ainda são obscuros.

Fonte: http://abibliotecaderaquel.blogfolha.uol.com.br/2012/08/10/livros-a-ate-r-10-um-balanco-do-programa-da-fbn-e-o-anuncio-de-nova-fase/

sábado, 24 de novembro de 2012

W3C apoia padronização de livro eletrônico


W3C [a principal organização de padronização da World Wide Web] está apoiando a padronização dos livros eletrônicos. Para dar o start à iniciativa, a W3C criou uma comissão e o resultado inicial é um Workshop que será ministrado em fevereiro próximo. A ideia do Workshop é promover o livro eletrônico dentro de um padrão que eles chamam de Plataforma Open Web. Basicamente o que eles querem é introduzir no mercado a ideia de se trabalhar com padrões tecnologias abertas como HTML, CSS, SVG, XML, XSLT, XSL-FO, PNG, etc.

O projeto está sendo tocado em parceria com a International Digital Publishing Forum [IDPF] eBook Industry Study Group [BISG]. E fazem parte da comissão empresas como Adobe, Barnes & Noble, o consórcio DAISY, Google, Hachette, Ingram, O’Reilly, Pearson, Rakuten, Safari Books, Samsung, Sony e por aí vai.
Embora alguns players como por exemplo, a Amazon e Apple, através de suas grandes influências, força a barra tentando impôr os seus próprios formatos ao mercado, esta não é a primeira vez que a indústria se junta para tentar algo neste sentido. Como eu descrevi em meu primeiro livro, “Construindo uma Biblioteca Digital“:
O ideal seria se os livros eletrônicos fossem criados sob formatos padrões [abertos ou livres] utilizados na Internet.
O formato ePub, por exemplo, teve sua gênese de desenvolvimento baseada em uma especicação padrão chamada OeB. A especicação OeB [Open eBook] era um formato cuja estrutura já atendia a uma especificação aberta, baseada em XML [eXtensible Markup Language – linguagem de marcação extensível].
Citando Mckinley, “Do papel até a Web”, ninguém pode monopolizar os formatos abertos. E nenhuma pessoa ou entidade comercial tem controle sobre seus destinos. Os documentos XML, OeB, ePub, etc., pertencem aos seus proprietários. Eles não fazem parte de nenhum aplicativo, configuração de hardware ou sistema operacional. Além disso, assim como a XML, o HTML e o ePub, os documentos Open Web serão inteligentes e úteis por muito tempo, mesmo após os formatos de processadores de texto binários de propriedade dos dias de hoje terem se tornado obsoleto.
Considere a seguinte situação, um livro de papel de conteúdo romântico permanecerá legível por 20, 50, ou, quem sabe, 100 anos. Qual é a probabilidade dos formatos de processadores de textos binários de propriedade atuais permanecerem legíveis por 10 anos, ou até 100 anos? Novos sistemas operacionais e programas aparecem e somem, mas a Open Web é permanente. Desse modo, utilizar formatos padrões abertos para disponibilizar livros digitais garante que o leitor não precise, por exemplo, adquirir duas ou mais vezes o mesmo livro quando migrar parahardwares de plataformas diferentes.
Com Open Web, o conteúdo de um eBook torna-se independente de qualquer sistema de formatação em particular. Por toda sua existência, um eBook poderá se transformar em muitos diferentes formatos e tamanhos. Por todo o tempo, entretanto, a estrutura e o conteúdo podem ser retidos de forma independente, permitindo assim que o livro seja reformatado várias vezes para grande variedade de e-readers existentes hoje e para os que ainda serão inventados.

Fonte: POR EDNEI PROCÓPIO

E enquanto não saí o Marco Civil da Internet…



A Cidade Antiga, de Fustel de Coulanges
A Cidade Antiga, de Fustel de Coulanges
Pessoal, é o seguinte, olha só, lembra daquele caso do site Livros de Humanas com a ABDR [Associação Brasileira de Direitos Reprográficos]? Pois é, a bola da vez agora é o website eBooksBrasil.org que está está sendo sondada, escaneada e vigiada pela ABDR.
Na verdade, o projeto eBooksBrasil já vem sendo rondado pela ABDR há algum tempo. Em setembro a conta da eBooksBrasil foi deliberadamente vigiada no site de compartilhamento Scribd por supostamente estar infringindo as leis de Direitos Autorais.
Uma explicação publicada no site da eBooksBrasil.org no dia 28 daquele mês registra o seguinte:
A culpa é dos cupins. A ABDR, em seu trabalho incessante de proteger os interesses editoriais de seus mantenedores, já tinha solicitado ao Scribd a retirada de conteúdos legítimos, aproveitando-se do DMCA, como pode ser visto aqui.
Dei todo o tempo do mundo para que a ABDR criasse vergonha e se retratasse, como por ser visto aqui. Não só não se retratou, como voltou a atacar, solicitando ao Scribd a retirada de outro conteúdo legítimo, como pode ser visto aqui.
Como cada vez constato, à abundância, o grau de pouca vergonha vigente, não estranho o comportamento dos térmitas da ABDR. Mas não estou com disposição de ficar brincando de notificações e contra-notificações, principalmente porque todos os livros que coloquei lá estão aqui. Assim, todos os ebooks colocados na estante do eBooksBrasil no Scribd foram retirados. Os autores e/ou tradutores, legítimos detentores dos direitos autorais, poderão, caso queiram, fazer a inclusão diretamente no Scrib. Este é mais um desserviço da ABDR à democratização da cultura em nosso país. Não reclamem comigo [eBooksBrasil.org], nem com o Sribd [Scribd.com]. Se quiserem reclamar com alguém, reclamem com a ABDR [abdr.org.br].
Hummmmm… Interessante… Deixe-me ver. Teotonio Simoes, o fundador da eBooksBrasil.org, conta agora em seu website que recebeu no último dia 13, abre parenteses, “um ameaçador e-mail em nome da abdr [ela mesma] dando-me o prazo de 24 horas para retirar do site o livro A Cidade Antiga, de Fustel de Coulanges, tradução de Frederico Ozanam Pessoa de Barros.“.
É, bem, hoje é dia 23, já se passaram 10 dias e o livro A Cidade Antiga ainda continua lá, no ar, em uma primorosa edição versão eBookLibris, diga-se de passagem. E, para por ainda mais senha na fogueira, Teotonio Simoes ainda publicou os e-mails trocados com a ABDR.
Não faço e não faria apologia à pirataria, mas tem realmente alguma coisa errada no entendimento do que é público e do que é privado. Teotonio Simoes é simplesmente um artista em suas colocações. Simplesmente genial!

Fonte: http://ebookpress.wordpress.com/

Livros digitais ainda são uma contradição no Brasil

A matéria data de 2010, mas podemos ver o quanto ainda ela é atual. Vale a pena conferir!

O mundo dos livros digitais no Brasil começou a dar os primeiros passos. Quase toda a semana vemos um novo e-reader importado da China chegando na casa dos mil reais e as livrarias e editoras começam a firmar suas próprias lojas – a notícia recente mais interessante foi a combinação do Wi-Fi do novo Alfa, da Positivo, com atalho para lojas virtuais como da Livraria Cultura e da Saraiva. Mesmo assim, a pergunta que continua martelando a cabeça dos leitores é: por que os livros digitais são tão ou mais caros do que os livros físicos?
Grande parte das “promoções” de livros digitais no Brasil passam longe de empolgar qualquer leitor assíduo. No Ponto Frio, o livro 1822, de Laurentino Gomes, em forma de bits é vendido por R$29,90. Uma busca rápida no Google mostra que a versão impressa sai por R$27,90 no Walmart e R$27,90 na Siciliano.  Já a Saraiva Digital coloca o usuário em situações irônicas: o livro digital, que em tese deveria ser mais barato por conta de sua produção, distribuição etc., consegue ser mais caro do que o mesmo livro de papel (com tinta, cola, armazenamento, entrega etc.) e na mesma livraria, como vemos na imagem acima. A diferença entre eles é mínima: um pode vir a chegar antes no seu leitor digital. O outro chega no dia seguinte, pelo menos na Grande São Paulo. Não parece uma vantagem tão absurda a ponto de levar às massas ao formato digital ou para cobrar 3 reais a mais pela obra.
Claro, esse problema não é exclusivamente nosso: nos EUA, os e-books recém-lançados costumam custar quase o mesmo preço das prateleiras. Erik Sherman, analista do mercado de e-books, disse a Wired que as pessoas superestimam os ganhos das editoras, e que o custo da produção física de um livro corresponde a apenas 15% da produção da obra. Já o escritor Larry Doyle diz que as editoras colocam os preços no alto por medo de “desvalorizar a percepção das pessoas em relação aos livros”. Lá, o problema costuma ser com os lançamentos. Aqui, com praticamente qualquer livro. E se nos EUA, terra do Kindle e do Nook, as editoras ainda não se adaptaram completamente ao mercado, é duro pensar em quanto tempo teremos um mercado mais coeso e menos contraditório no Brasil. Hoje, é difícil convencer um viciado em livros a largar o bom e velho papel pelo e-ink e seus e-books.
Na imagem abaixo podemos visualizar os preços nas duas versões.




Fonte: http://ebookpress.wordpress.com/2010/11/16/livros-digitais-ainda-sao-uma-contradicao-no-brasil/

Por Leo Martins | Publicado originalmente em GIZMODO | 16/11/2010, 18:58

sábado, 17 de novembro de 2012

Biblionline número especial 2012


Biblionline acaba de publicar seu número especial 2012 em www.biblionline.ufpb.br. Convidamos você a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse. 

Informamos que a revista passa a disponibilizar seus artigos em formato e-pub para leitura em dispositivos móveis. Para uma melhor visualização em IPADs recomenda-se os apps IBooks ou Free Books. Em tablets com sistema Android o app Aldiko em equipamentos com tela de 7’’ ou maiores.

EDIÇÃO ESPECIAL 2012

SUMÁRIO

EDITORIAL

O PRINCIPAL CANAL DE COMUNICAÇÃO PARA OS PESQUISADORESPDF EPUB
Gustavo Henrique de Araújo Freire

ARTIGOS

ANALISANDO AS CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE PARA USUÁRIOS COM DEFICIENCIA FÍSICA NUMA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA EM JOÃO PESSOAPDF EPUB
Johny Franklins Pereira Coutinho, Alba Lígia de Almeida Silva
CARTAS A PAPAI NOEL: confissões autobiográficasPDF EPUB
Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira, Derek Warwick da Silva Tavares, Brenda Alves de Andrade
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO RUPESTRE: uma ação interdisciplinarPDF EPUB
Carlos Xavier de Azevedo Netto, Francisco de Assis Soares de Matos
USUÁRIOS DA INFORMAÇÃO JURÍDICA: quem são e como funciona o fluxo informacional no âmbito do arquivo da Justiça Federal da Paraíba (JFPB)PDF EPUB
Dulce Amélia de Brito Neves, Wendia Oliveira de Andrade
PROPOSTA PARA CRIAÇÃO DE UM CENTRO DE DOCUMENTOS RAROS DA UFPBPDF EPUB
Ediane Toscano Galdino de Carvalho, Fernando Antonio Ferreira de Souza
OLHARES TRANSVERSOS: representações sociais dos alunos de arquivologia e biblioteconomia da UFPB sobre o curso e a profissão arquivistaPDF EPUB
Edvaldo Carvalho Alves, Derek Warwick da Silva Tavares
A QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO AO PÚBLICO: Estudo na Unidade de Saúde da Família de Mangabeira - João Pessoa-PBPDF EPUB
Danielle de Fátima Alves de Lima, Emeide Nóbrega Duarte
USO DO PERIÓDICO ELETRÔNICO BIBLIONLINE PELOS ALUNOS PRÉ-CONCLUINTES DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDEDADE FEDERAL DA PARAÍBA DO PERÍODO 2011.2PDF EPUB
Elem Cristina L. M. Veloso, Genoveva Batista Nascimento
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE INDEXAÇÃO NA BIBLIOTECA DA ASSESSORIA JURÍDICA DO BANCO DO BRASILPDF EPUB
Jamilly de Lima Alcântara Anízio, Geysa Flâvia Câmara de Lima Nascimento
A INFORMAÇÃO NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES: Centro de Referência da Mulher “Ednalva Bezerra”: relato de experiênciaPDF EPUB
Gisele Rocha Côrtes, Maria Cristiana Félix Luciano, Karla Cristina Oliveira Dias
FIDEDIGNIDADE INFORMACIONAL NO TWITTER: uma questão de confiançaPDF EPUB
Junio Lima de Carvalho, Guilherme Ataíde Dias
O MARKETING E A ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO PARA WEB NO CONTEXTO DO PROCESSO DE MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃOPDF EPUB
Fellipe Sá Brasileiro, Gustavo Henrique de Araújo Freire
MÍDIAS SOCIAIS NA WEB: De olho na CI para capacitação acadêmica e profissionalPDF EPUB
Isa Maria Freire, Aline Poggi Lins de Lima, Maurício Pereira da Costa Junior
REDE COLABORATIVA DE DESCRITORES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO PPGCI/UFPBPDF EPUB
Iran Cavalcanti da Silva, Joana Coeli Ribeiro Garcia
BIBLIOTECAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DA PARAÍBA: identificando conjunturasPDF EPUB
Robéria de Lourdes de Vasconcelos Andrade, Luciana Ferreira da Costa
A CONTRIBUIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO NA RESPONSABILIDADE SOCIAL DA BIBLIOTECA DA AMBEPPDF EPUB
Noemy dos Santos Silva, Márcio Bezerra da Silva
DA INFORMAÇÃO À COMPREENSÃO: reflexões sobre Arquitetura da Informação, Usabilidade e Acessibilidade no campo da Ciência da InformaçãoPDF EPUB
Fabiana Aparecid Lazzarin, Naiany de Souza Carneiro, Emília Augusta Alves de Sousa, Marckson Roberto Ferreira de Sousa
TENDÊNCIAS TEMÁTICAS DA PRODUÇÃO CIENTÍFICAS DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DE 2001 A 2010PDF EPUB
Angélica Clementino Simões, Maria Meriane Vieira da Rocha
A INFORMAÇÃO NO FUNK: construindo a identidade afrodescendentePDF EPUB
Mirian de Albuquerque Aquino, Jobson Francisco Silva Júnior
A UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO: aplicando o Technology Acceptance Model (TAM)PDF EPUB
Patrícia Silva, Valdenise Pimentel, Juliana Soares
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA: atribuições requeridas aos bibliotecários na Cidade de João Pessoa - PBPDF EPUB
Suzana Queiroga da Costa, Andreza Rimar Dutra, Maria de Fátima Gomes Lacerda, Roselaine Gomes Ferreira
ASSINATURA DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS UTILIZANDO CERTIFICADOS DIGITAISPDF EPUB
Wagner Junqueira de Araújo, Renato Melo Vieira

EXPEDIENTE

ExpedientePDF EPUB
Patrícia Silva, Wagner Junqueira de Araújo

domingo, 11 de novembro de 2012

MARIA, MARIA/BIBLIOTECÁRIA, TECÁRIA

Por Fernando Modesto


Maria, Maria

Composição: Milton Nascimento e Fernando Brant

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta

Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que rí
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...
Bibliotecária, tecária

Versão: Fernando Modesto


Bibliotecária, tecária
Tem o dom, uma certa magia
Uma atividade que nos alerta
Profissional que enobrece
Saber e informar
Mais que outra qualquer
Do planeta

Bibliotecária, tecária
É o dom, é amor, é o labor
É a fonte mais forte e atenta
Toda uma gente que rí
Quando deve pesquisar
E não aflige, com ela que orienta

Mas bibliotecária é ter força
Tecária é ter raça
Tecária é ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Bibliotecária, tecária
Mistura o labor e a alegria

Mas bibliotecária é ter esperança
Tecária é ter graça
Tecária é ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De catalogar a vida....

Mas bibliotecária é ter força
Tecária é ter raça
Tecária é ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Bibliotecária, tecária
Mistura o labor e a alegria

Mas bibliotecária é ter esperança
Tecária é ter graça
Tecária é ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De indexar a vida....

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...

Mas bibliotecária é ter força
Tecária é ter raça
Tecária é ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Bibliotecária, tecária
Mistura o labor e a alegria

Mas bibliotecária é ter esperança
Tecária é ter graça
Tecária é ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...

... 
 Sobre Fernando Modesto
Bibliotecário e Mestre pela PUC-Campinas, Doutor em Comunicações pela ECA/USP e Professor do departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP.

Entre em contato com Fernando Modesto, clicando AQUI.