quarta-feira, 27 de abril de 2011

Vídeo Institucional da Biblioteca Central da UFPB


O Vídeo Institucional da Biblioteca Central da Universidade Federal da Paraíba. Foi produzido após uma atividade solicitada pelo professor Wagner J. Araújo que ministra a disciplina Disseminação da Informação II. Confesso que foi muito produtivo a criação desse vídeo, produzi-lo, editar, foi uma aprendizagem nova. A escolha do tema aconteceu por a biblioteca ainda não ter um vídeo institucional, onde mostra os seus serviços e acervo.



domingo, 24 de abril de 2011

Biblioteca do Congresso Americano

Hoje quem esta aniversariando é a  Biblioteca do Congresso Americanos, ela é a mais antiga instituição cultural dos Estados Unidos, foi inaugurada em 24 de abril de 1800.  Funciona como biblioteca nacional e é a maior biblioteca do mundo em espaço de armazenagem e número de livros, incluindo muitas raridades.


Fonte: http://www.loc.gov/index.html

Biblioteca Nacional

A Biblioteca Nacional lança o site D. João VI: o papel de um legado. 
 
O projeto possibilita o acesso remoto dos visitantes à versão virtual da exposição homônima, que foi hospedada no Centro Cultural da Justiça Federal na época das comemorações dos 200 anos da chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro. Além da exposição virtual, guiada por módulos explicativos divididos por critérios temáticos e cronológicos, o site disponibiliza ao internauta uma vasta seleção de documentos relativos ao período joanino.

A estrutura do site, os textos e a seleção de documentos são baseadas no guia de fontes D. João VI: um legado em papel, lançado pela coordenação Geral de Pesquisae Editoração. Esta publicação, que também está disponível para download no site, tem como objetivo auxiliar o pesquisador na busca de documentos relativos ao tema pertencentes ao acervo da Fundação Biblioteca Nacional. Para a construção do site, foram digitalizados cerca de 120 documentos na íntegra, totalizando mais de 1500 páginas, destacando-se livros raros, manuscritos, gravuras, desenhos, jornais, mapas, documentos legislativos e administrativos, entre outros. 
Para visitá-lo, é só acessar o endereço:

Fonte: 
http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_padrao_apresentacao=25&nu_item_conteudo=1413&nu_pagina=1 

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O Barulho das palavras

 

Simplesmente perfeito, é assim que defino o texto da Dijanira.
Todos deveriam ler, com certeza ele fara bem para as nossas almas, nos faz refletir em relação a nossa vida.
Boa Páscoa a todos.

 Imagem de Destaque

 

 

 

Escutar significa receber alguém dentro de nós
Dizem que quando Deus quer falar, não precisa do barulho das palavras, fala nos acontecimentos, no silêncio da natureza, fala como quer e do jeito que quer. Mas será que quando o Todo-poderoso quer falar estamos dispostos a ouvi-Lo? Eis a questão. Parece que, nos dias atuais, nossos ouvidos estão sempre ocupados. Escolhemos o que queremos ouvir, colocamos o fone e esquecemos o mundo à nossa volta. Como o Senhor costuma falar de um jeito sempre novo, fica difícil conseguirmos identificar Sua voz. Talvez nem paremos para pensar sobre isso, mas o fato é que a vida segue um ritmo tão acelerado que já não temos tempo para ouvir: nem uns aos outros nem a Deus.

Escutar é uma bela arte, saber falar também... Acredito que, se estamos buscando um crescimento espiritual, precisamos dar passos neste sentido, porque só conseguimos ouvir a voz de Deus se nossos ouvidos estiverem treinados em ouvir as pessoas. Você sabe o que se passa com a pessoa que está ao seu lado, seja no trabalho, em casa ou na escola? Costuma perguntar como foi o dia daqueles que convivem com você? É fácil perceber que há pouco interesse em ouvir o outro, talvez porque para fazê-lo é preciso esvaziar-se de si mesmo, e este é um desafio que, apesar de construtivo, nem sempre é apreciado.

Hoje dizer “faça silêncio”, talvez não seja a solução se quisermos crescer como pessoa, pois existem vários tipos de silêncio e nem todos são produtivos. Há silêncios, por exemplo, que são tidos como sábios. Outros, como necessários e outros ainda como indiferença. Portanto, antes de “resolver silênciar, precisamos ter a motivação certa. Já que, muitas vezes, a maior caridade não é simplesmente calar, mas sim ouvir e acolher a quem precisa falar.

É assustador, mas real, há muitas pessoas morrendo porque não conseguem ninguém que as escute. Ocupados com aquilo que escolhemos ouvir, vamos nos deixando embalar pela música que nos toca e não pelas situações que nos cercam.

Outro dia fiquei admirada com o que presenciei. Estava em um consultório médico e chegaram dois jovens, um rapaz e uma moça, não sei se eram irmãos ou amigos, não creio que seriam um casal, apesar de terem chegado juntos. Já sentados, trocaram algumas palavras e, em alguns minutos, cada um colocou o fone nos ouvidos e o silêncio reinou. Passei um bom tempo ainda no lugar e não os ouvi trocar uma palavra sequer. Coisa estranha, não é? Por que será que o som que sai do fone é mais interessante do que a vida de quem está ao nosso lado? Por que será que os meios que vêm para comunicar acabam nos roubando a comunicação? Penso que é hora de darmos mais atenção à forma como temos lidado com essa realidade e valorizarmos mais o diálogo.

Tanto as palavras como o silêncio têm sua força, negativa ou positiva; é grande sabedoria saber usá-los, mas é preciso usá-los. As palavras fazem parte da nossa essência, comunicar é preciso! Com palavras nos aproximamos ou nos afastamos do outro, apaziguamos ou ferimos. Damos ou tiramos a vida. Marcamos nossas escolhas com palavras e falar com a vida, com paixão, com os olhos, com os gestos, com a alma e com amor é transmitir esperança a quem nos ouve. Porém, na hora de escutar as pessoas, o barulho das palavras não ajuda nada. E aí entra o importante papel do silêncio.

Escutar significa receber alguém dentro de nós, em nosso coração e isso quase sempre se dá no silêncio. Por isso, é preciso ouvir a pessoa ! Não o que dizem da pessoa ou o que imaginamos a seu respeito, mas escutar a própria pessoa. Dar tempo para a pessoa falar. Parar o que estamos fazendo e olhar para a pessoa com a atenção que ela merece. É mais do que simplesmente ouvir palavras, é acolher a pessoa do jeito que ela está, com suas dores ou alegrias. É exigente, mas benéfico, pois quando escuto o outro, aprendo com ele, cresço com suas experiências e evito muitos erros.

Já observou que nossos problemas, muitas vezes, tomam proporções maiores do que as reais, justamente porque não escutamos as pessoas? Fiquemos atentos e procuremos dar mais atenção àqueles que nos cercam. Silenciar, sim, o silêncio tem um valor incalculável, mas que nosso silêncio não seja de indiferença e sim de acolhimento.

Penso que saber ouvir e saber falar é antes uma questão de respeito e amor à própria vida. Praticar essa arte é um dom.

Se enquanto você estiver lendo este texto, perceber que o barulho das palavras o tem impedido de ser melhor, tenha a coragem de recomeçar, silenciando. Por outro lado, se perceber que seu silêncio não tem produzido vida, saia dele o quanto antes e vá ao encontro do outro, levando uma palavra de esperança. Em todo caso, viva bem o hoje; apaixone-se pela vida. Partilhe suas lutas e conquistas. Faça pausas para escutar os outros e, pela força da comunicação, dê mais qualidade aos seus dias e seja feliz.

Dijanira Silva Apresentadora da Rádio CN FM em Fátima Portugal.
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12313

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Livro

“Ah! Tu, livro despretensioso, que na sombra de uma prateleira, uma criança livremente descobriu, pelo qual se encontrou e, sem figuras sem extravagância, fê-la esquecer as horas, os companheiros, a merenda... tu, sim, és um livro infantil, e o teu prestígio será na verdade, imortal.”
Cecília Meireles.


sábado, 16 de abril de 2011

José Mindlim e a sua biblioteca


Simplesmente fascinante a história de José Mindlim,
um amante dos livros.
Que assim como ele mesmo expressa um depositário:
"Nós sempre fomos depositários muito mais que proprietários, 
porque agente passa e os livros ficam".



sábado, 9 de abril de 2011

Biblioteca Pública-formação



"Tudo o que no mundo existe começa e acaba em livro".
Mallarmé, 1945.

"Tudo o que no mundo existe começa e acaba em biblioteca pública".
Fonseca, 1981.

Biblioteca pública é a base para a formação e a transformação de qualquer cidadão.
Realmente Mallarmé foi feliz em sua citação, afinal nascemos e recebemos o registro de nascimento, morremos e se faz outro registro só que agora de óbito.
E a biblioteca pública onde podemos inclui-la, nessa citação?
Na sociedade como um todo, claro!
Afinal ela é a base para tornar um cidadão apto a se desenvolver em meio a sociedade.
Ela deve ser aberta a toda a sociedade de modo a contribuir em especial na formação do cidadão é nela onde deve conter os registros históricos e artísticos da comunidade.
Andrade, 2011.